sábado, 11 de setembro de 2010

Novo Jaguar XJ impressiona pelas linhas elegantes e inovadoras

Da Auto Press
  • Jaguar XJ, que encara Mercedes Classe S, Audi A8 e BMW Série 7, passou do estilo conservador às linhas ousadas. Motor de 385 cv leva o modelo de 0 a 100 km/h em 5,7 s

    Jaguar XJ, que encara Mercedes Classe S, Audi A8 e BMW Série 7, passou do estilo conservador às linhas ousadas. Motor de 385 cv leva o modelo de 0 a 100 km/h em 5,7 s

A estética do novo XJ quebra em definitivo com a ideia pré-concebida que se espera das linhas de um top da Jaguar. Em vez de um estilo conservador, com uma pose bem britânica, o novo XJ passa a ostentar um design inovador, agressivo e até controverso. Na comparação com o modelo anterior, está diferente em tudo. A grade dianteira, por exemplo, é ostensiva, os faróis passam sensação de agressividade, as linhas são fluídas e elegantes e na traseira reside alguma polêmica.

Farois afilados e capô musculoso: o Jaguar Xj abandonou o estilo clássico para adotar linhas ousadas e moderna

A versão testada do XJ é a mais completa com este motor a gasolina 5.0 V8 de 385 cv, 56 kgfm e injeção direta. Com alguns opcionais, o preço inicial do exemplar avaliado passa de 145 mil euros -- R$ 325 mil -- para 160 mil euros -- R$ 356 mil. Mas é verdade que alguns opcionais, como as enormes rodas de 20 polegadas e os vidros traseiros escurecidos, são elementos que fazem o XJ se destacar, além da linha de cintura extremamente alta também, que lhe dá um toque de distinção. Claro que os equipamentos são fartos, mas é preciso lembrar que o BMW 750i consegue oferecer 407 cv partindo de 129 mil euros, R$ 286 mil.

Interior "veste" bem os ocupantes. Destaque para o painel, no qual os mostradores "surgem" em um visor de LCD e o seletor redondo dos modos do câmbio automático

No interior, o novo XJ impressiona pelo vanguardismo. O seletor do câmbio automático é igual ao estreado no XF: um comando circular no console central, que sobe quando o carro é ligado. No volante, borboletas para mudanças sequenciais da transmissão. O quadro de instrumentos é fantástico. Um visor de LCD com 614 mil cores cria, virtualmente, o velocímetro, conta-giros e todas outras informações possíveis e imagináveis. Os dois tetos solares também possuem revestimento em couro, sendo que o só da frente abre, enquanto o de trás é panorâmico. O console central é repleto de botões e deixa bem claro que o XJ usa e abusa da mais alta tecnologia. Ao centro, um display LCD sensível ao toque pode incluir televisão. O ar-condicionado quadrizone tem regulagens independentes e o sistema de som Bowers & Wilkins é um espetáculo à parte: tem disco rígido, dois subwoofers, dois woofers, 20 alto-falantes e 1.200 watts de potência promete uma fantástica qualidade musical.

(por Bruno Costa Silva, do AutoMotor/Portugal, exclusivo para Auto Press)

Saída dupla de escape denuncia a vocação para acelerar do modelo. Apesar do motor potente, o compromisso com o conforto não torna esse Jaguar um esportivo nato

IMPRESSÕES AO DIRIGIR
Jaguar XJ 5.0 V8

A bordo do Jaguar XJ, chega a hora de ligar o massageador e o aquecimento dos bancos e desfrutar do propulsor V8. A direção é leve e precisa para responder as reações do motorista, mas não chega a ser excelente. O que não invalida a condução do XJ, que é fluida e suave. O baixo peso do carro -- graças ao chassi em alumínio -- contribui no comportamento praticamente exemplar para um modelo que mede mais de cinco metros de comprimento. Nas curvas, o novo XJ também faz esquecer a geração anterior, com bastante equilíbrio.

A traseira é o ponto mais polêmico do carro, destoando um pouco do conjunto

O motor, com os seus 385 cv, lança com convicção os pouco mais de 1.700 kg para velocidades altas em muito pouco tempo. Os 5,7 segundos registrados no teste de zero a 100 km/h mostram bem as capacidades do XJ, que aos mil metros já chega a 220 km/h. Para alcançar estes números, é preciso colocar a transmissão no modo “Sport” e selecionar a opção “Race”, que influencia na gestão da transmissão, da direção, da suspensão e deixa o quadro de instrumentos na cor vermelha. A direção nunca é tão pesada como poderia se esperar, nem a suspensão assume um amortecimento tão firme, mas estas são as afinações mais esportivas do novo XJ. As borboletas para trocas de marcha atrás do volante proporcionam ao motorista executar as mudanças de maneira suave e precisa. A transmissão funciona de forma exemplar e neste modo “Race”, as trocas têm mesmo de ser feitas de forma manual, já que, chegando na faixa vermelha de giros, o sistema não troca de velocidade de forma automática.

O teto solar é duplo. Na traseira, lanternas tem um toque de Citroën

O couro que reveste quase todo o interior é de primeira qualidade e os acabamentos mostram a categoria do XJ. As aplicações de madeira junto com o couro extremamente suave geram no motorista uma vontade de permanecer a viagem inteira com a mão sobre o volante. Mesmo assim, o material de alguns botões e a aparência de outros comandos parecem pouco dignos de um modelo de luxo. Ao mesmo tempo, os ruídos que invadem a parte traseira e o fato de o ar-condicionado não ter resfriado o habitáculo como deveria também são detalhes difíceis de explicar. Esteticamente atraente e com atributos que o destacam positivamente, o novo Jaguar XJ convence pela diferença que marca o novo design do fabricante inglês de automóveis de luxo e pela qualidade geral oferecida. Se bem que ainda existem alguns detalhes negativos que precisam desaparecer para conseguir chegar ao requinte e à nobreza de rivais como Audi A8, Mercedes-Benz Classe S e BMW Série 7.

Modelo tem motor 5.0 V8 de 385 cv, capaz de fazer o sedã ir a 100 km/h em apenas 5,7 segundos

(por Bruno Costa Silva, do AutoMotor/Portugal, exclusivo para Auto Press)

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Bye-bye gasolina: uma volta com o MINI E

BMW aposta alto em um futuro onde os carros urbanos serão elétricos. Conheça uma de suas investidas

César Tizo / de Munique, Alemanha - fotos: divulgação


Ele é uma realidade distante dos brasileiros e só é oferecido na Europa e EUA, onde os clientes devem pagar mensalmente € 400 euros ou US$ 850 (cerca de R$ 900 e R$ 1.400, respectivamente) em um plano de leasing. Contudo, os interessados do mundo inteiro podem conferir no MINI E os primeiros esforços da BMW em direção aos carros com propulsão 100% elétrica do grupo.

MINI E

Basicamente, o conceito é uma versão do MINI Cooper adaptada para receber o conjunto de baterias, propulsor e conversor. “Além disso também realizamos algumas mudanças na calibragem da suspensão para adequar o conjunto à nova distribuição de peso”, explicou Manuel Sattig, um dos especialistas do conglomerado alemão para o modelo.

MINI E


A redução de peso, aliás, é um dos principais desafios para a construção de um veículo elétrico eficiente (leia-se com boa autonomia) utilizando a tecnologia atual. No MINI, por exemplo, a diferença entre as versões a combustão e a eletricidade é de 360 kg e a autonomia do segundo é de, em média, 160 quilômetros dependendo do estilo de condução e do terreno, dentre outras variáveis.

MINI E

E como fica o desempenho nessa história toda? Engana-se quem pensa que ele foi sacrificado. Com 204 cv e 22,4 mkgf de torque disponível assim que o botão de partida é acionado, o MINI manteve o mesmo comportamento esperto que o caracteriza. Você só percebe que está a bordo de um elétrico pelo silêncio e, quando olha no mostrador à sua frente, ao invés do conta-giros vê um indicador de carga da bateria.

MINI E

Apesar do peso extra, impressiona como o MINI E continua “na mão”, um trabalho que merece elogios ao pessoal de engenharia da BMW. Estável, ele vence curvas fechadas com desenvoltura e não dá sinais de que vai desgarrar da pista. De acordo com testes da fabricante, ele alcança os 100 km/h em 8s5 e chega muito rápido aos 152 km/h de velocidade máxima.

MINI E

Se o padrão de acabamento segue o restante da linha, o painel de instrumentos ganha uma série de alterações voltadas à proposta elétrica do veículo. O contagiros bem à frente do motorista cede lugar a um indicador de carga da bateria, enquanto o velocímetro (este continua no lugar) teve a função dos pequenos traços luminosos substituída: em vez do nível de gasolina no tanque, eles passam a representar quando a bateria está perdendo ou regenerando eletricidade.

MINI E

Uma característica interessante, como é peculiar a automóveis elétricos, é a linearidade que a aceleração é feita, já que ele só trabalha com uma marcha à frente, além da ré. O primeiro passo de um projeto mais audacioso, que culminará no Megacity Vehicle, o MINI E só deve mesmo mais espaço no habitáculo e para os passageiros, mas este é o preço da adaptação.

Project i

Carros como o MINI E e o Active E, variante elétrica do 135i Coupé, fazem parte de um projeto maior no qual a BMW está trabalhando. Trata-se do Project i, o qual busca as melhores soluções para automóveis elétricos do conglomerado alemão. Em um evento cujo tema era a discussão do futuro da mobilidade, a BMW mostrou-se bem confiante de uma coisa: a propulsão elétrica está invariavelmente ligada ao futuro dos veículos.

Ainda que ela trabalhe com outras tecnologias, como o uso de hidrogênio por propulsores a combustão, a empresa sediada em Munique aposta nos carros elétricos principalmente para o uso nos grandes centros urbanos. Por isso o nome Megacity (ou “megacidade”, em português), que se refere a locais com população superior a 10 milhões de habitantes e batiza o projeto de seu futuro compacto, pensado desde os primeiros esboços para mover-se com um motor elétrico e não ser apenas uma adptação de um modelo já em linha.

Após um extenso trabalho de pesquisa envolvendo os moradores dessas regiões, o Megacity promete, ao menos, atender as necessidades desses potenciais compradores em atributos como autonomia, design, capacidade para passageiros e espaço no habitáculo.

Como a operação não será simples, quando o produto final for lançado, em 2013, deverá inaugurar uma submarca dentro do catálogo da BMW, semelhante ao que é feito com os modelos da divisão Motorsport.

“Ele será um carro único, com processo de desenvolvimento exclusivo, manufatura específica e esquema próprio de marketing devido à sua proposta inovadora”, explicou Ian Robertson, vice-presidente mundial de vendas e marketing da BMW.

Dentre essas peculiaridades citadas pelo executivo está a carroceria do compacto, inteiramente feita de fibra de carbono. Mais leve, o futuro elétrico ganhará em autonomia. Questionados sobre o custo da tecnologia, os responsáveis pelo projeto na BMW disseram que buscam amortizá-lo no ganho em escala.

Ficha Técnica

Motor elétrico, dianteiro
Cilindrada -
Potência 204 cv
Potência específica -
Torque 22,4 kgfm a 1 rpm
Taxa de compressão -
Transmissão uma marcha a frente e ré
Tração traseira
Direção hidráulica
Suspensão dianteira McPherson
Suspensão traseira multibraço
Freios dianteiros n/d
Freios traseiros n/d
Rodas liga leve, 16"
Pneus n/d
Comprimento 3,69 m
Altura 1,40 m
Largura 1,68 m
Entreeixos 2,46 m
Porta-malas Espaço destinado para baterias
Tanque -
Peso 1.465 kg
Peso/potência 7,1 kg/cv

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Jaguar prepara conceito para Paris

Modelo servirá para indicar o caminho que a marca adotará em termos de design no médio prazo

César Tizo - fotos: divulgação


Para celebrar os 75 anos da marca e revelar algumas diretrizes que guiarão o design dos carros da companhia na próxima renovação da gama, a Jaguar prepara para Paris a apresentação de um protótipo inédito, antecipa o Automotive News Europe.

O conceito, ainda sem nome ou imagens divulgados, deverá ter porte próximo ao do atual XK e capacidade para duas pessoas, segundo o ANE. O cupê em questão completa cinco anos de mercado e tem as formas desenhadas por Ian Callum, também responsável pelo XF e a nova geração do XJ.

A nova fase dos produtos da Jaguar deverá ter início em 2012, começando pelo XK. Também é esperado que a fabricante mostre uma alternativa de propulsão híbrida, talvez envolvendo um propulsor V6

Aston Martin cancela SUV Lagonda

Críticas negativas levaram marca britânica a cancelar o projeto, afirma agência

Thiago Vinholes - fotos: divulgação

Aston Martin Lagonda Concept

Se a notícia é boa ou ruim fica a cargo do ponto de vista de cada um. O fato é que a Aston Martin, após receber uma avalanche de críticas negativas, cancelou o projeto de criação do novo Lagonda, segundo reportagem da agência Automotive News. Apresentado como conceito no Salão de Genebra de 2009, o SUV traria de volta a Lagonda, grife de luxo da marca inglesa de carros esportivos extinta em 1989.

Com a negativa popular, a intenção da Aston Martin em retomar a bandeira foi adiada. Porém, ainda de acordo com a publicação, o plano segue adiante com novas alternativas. Originalmente concebida na base de sedãs, a antiga divisão de luxo da fabricante de Gaydon pode reencontrar seu espaço nos modelo Rapide ou ainda no exclusivo superesportivo One-77, também de acordo com o periódico. A montadora, entretanto, ainda não comentou o assunto.

Carros da Jaguar importados para o Brasil são alvo de recall

Modelos XFR V8 5.0 e XKR V8 5.0 estão envolvidos no recall.
Sistema de alimentação da bomba de combustível podia apresentar falhas.

Do G1, em São Paulo

Jaguar XFR
Jaguar XFR (Foto: Divulgação)

As importadoras de veículos da Jaguar anunciaram nesta quinta-feira (2) que realizaram o recall de 11 unidades de carros da marca de luxo por falhas no sistema eletrônico de alimentação da bomba de combustível. Os modelos envolvidos são o Jaguar XFR V8 5.0 e XKR V8 5.0 fabricados em 2010 com os chassis abaixo:

Jaguar XFR (2010/2010): SAJAA08Y2AMR48777; SAJAA08Y5AMR46263; SAJAA08Y8AMR51330; SAJAA08Y9AMR53183; SAJAA08YXAMR49899; SAJAA08YXAMR50129; SAJAA08YXAMR53287; SAJAA08YXAMR53217.

Jaguar XXR (2010/2011): SAJAA43Y7AMB33394; SAJAA43YXAMB34040

De acordo com as empresas NGN Importadora Ltda. e Jaguar Land Rover Brasil Importação e Comércio de Veículos Ltda., das 11 unidades envolvidas, nove foram comercializadas e duas permanecem em estoque nas concessionárias. As importadoras dizem ainda que realizou o serviço em todas as unidades envolvidas no recall. O Jaguar XFR 5.0 é vendido a R$ 415 mil e o cupê XKR 5.0 custa R$ 489 mil.

Jaguar XKR
Jaguar XKR (Foto: Divulgação)

Segundo o fabricante, foi constatado mau funcionamento repentino da bomba de combustível devido a falha no sistema eletrônico de alimentação da bomba. O motor podia parar repentinamente por falta de alimentação de combustível. O veículo também poderia ficar mais difícil de frear por perder a assistência de vácuo com o motor desligado.

A empresa promoveu a atualização do software que controla o sistema eletrônico da bomba de combustível. Mais informações podem ser obtidas no telefone 0800 7291420.

Freelander 2011 ganha versão 4×2

| Fonte: Jornal do Carro

(Fotos: Divulgação)

(Fotos: Divulgação)

A Land Rover anunciou hoje (4), na Europa, a chegada da linha 2011 do Freelander 2 às concessionárias da marca no Velho Continente.

O modelo, que deve chegar ao Brasil em janeiro do próximo ano, traz como principal novidade uma versão com tração 4×2, equipada com um motor a diesel de 2,2 litros e 150 cv de potência.

Outro destaque do propulsor é o baixo consumo de combustível: segundo a marca, o utilitário-esportivo faz 16,15 km/l. Há também uma opção com motor 2.2 a gasolina, que desenvolve 190 cv, e a convencional 3.2 (233 cv), ambas com tração 4×4.

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Na aparência, o Freelander 2011 sofreu pequenas alterações no para-choque dianteiro e na grade frontal. As maçanetas de abertura das portas e do porta-malas chegam agora na cor da carroceria, assim como os espelhos retrovisores (com área 10% maior) e os esguichos limpadores dos faróis dianteiros.

Ainda sem definição, estima-se que a nova linha Freelander 2 2011 custará em torno de 10% mais, em relação à sua versão atual, comercializado no País a partir de R$ 115.900.

Bentley lança no Brasil o Continental Supersports com motor flex

Carro custa R$ 1,35 milhão e pode ser abastecido com 85% de etanol.
Modelo estará exposto no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro.


Fonte: G1, em São Paulo


A britânica Bentley lança no Brasil, por R$ 1,35 milhão, o modelo Continental Supersports, o carro mais rápido da marca. O coupê é o primeiro da marca a rodar abastecido com 85% de etanol. Ele é o primeiro modelo da marca a incorporar essa tecnologia. Até o ano de 2012 a fabricante pretende tornar todos os seus modelos compatíveis com combustíveis renováveis.

Continental SupersportsContinental Supersports acelera de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos (Foto: Divulgação)











Com 621 cv de potência, o motor 6 litros em W12 duplamente alimentado por turbo do Supersports acelera de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos e alcança a velocidade final de 329 km/h. O carro vem ainda com transmissão automática de seis marchas ZF 6HP26 com o sistema ‘Quickshift’, que reduz o tempo de mudança da marcha em 50% e permite reduções de marcha duplas (por exemplo, da 6ª para a 4ª marcha).

Outro diferencial é o sistema de direção Servotronic, com sensor de velocidade adaptado para curvas mais fechadas, para garantir a linearidade.

“O Supersports é um supercarro real imensamente capaz, com agilidade e tração em todas as situações de direção. O novo sistema de tração nas quatro rodas com tendência traseira e o renovado sistema ESP permitem que o motorista explore totalmente o potencial do motor W12 e do chassi otimizado”, descreve o diretor de engenharia de chassi e powertrain da Bentley, Brian Gush.

Inspirado no ícone Continental GT, o Supersports apresenta grandes aberturas verticais de admissão e duas entradas de ar no capô. O carro se diferencia dos outros esportivos Bentley pelo acabamento exclusivo em aço escurecido presente em todas as ferragens externas, incluindo as grades dianteiras, faróis, armações das janelas e rodas.

“Este é o Bentley mais rápido e mais extremo de todos os tempos, com características de supercarro. E, ainda, é o pioneiro no uso de tecnologia de combustível flex no setor de luxo”, afirma em nota o chefe-executivo da Bentley, Franz-Josef Paefgen.

Continental SupersportsPeso do carro foi reduzido para melhorar performance (Foto: Divulgação)











Motor E85
De acordo com a companhia, o uso de biocombustível no Supersports é o primeiro passo no compromisso da empresa em tornar toda a sua gama de modelos compatível com combustíveis renováveis até 2012.

O carro é capaz de rodar com combustível E85 (mistura de 85% de etanol com 15% de gasolina), gasolina pura ou qualquer mistura dos dois.

Segundo a fabricante, a utilização do etanol exigiu uma revisão completa do sistema de combustível para suportar o poder corrosivo do combustível. A unidade de controle do motor mapeia instantaneamente o combustível, para garantir que todos os parâmetros de desempenho permaneçam equilibrados e consistentes. A potência e o torque são constantes, qualquer que seja a relação de gasolina e E85.

Redução de peso
Para melhorar a performance, o carro teve o peso reduzido em 110 kg em comparação com o Continental GT Speed. Entre as mudanças que permitiram a evolução do modelo estão os assentos traseiros substituídos por um compartimento para bagagem, bancos dianteiros com conchas em fibra de carbono, material que também substitui as folhas de madeira tradicionais do painel. Os freios de cerâmica também ajudam na redução de peso.

O nome “Supersports” é inspirado no carro de dois lugares modelo Supersports original de 3 litros introduzido em 1925, uma evolução do Speed de 3 litros. O Supersports de 85 cv foi o primeiro carro da marca a atingir 160 km/h (100 mph) e também foi reconhecido pela aplicação da tecnologia que levou a Bentley à vitória na corrida de Le Mans.

O automóvel já está disponível no showroom da Bentley em São Paulo e estará exposto no estande da Bentley no Salão do Automóvel de São Paulo, que será realizado entre os dias 27 de outubro e 7 de novembro no Pavilhão de Exposições do Anhembi.